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13 de Dezembro de 2018

Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma população mais segura

DellaCella Souza Advogados, Advogado
há 4 anos

Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma populao mais segura

Os recentes acontecimentos em Ottawa, Canadá, comprovam, pela enésima vez, que controle de armas serve apenas para deixar uma população pacífica ainda mais vulnerável.

O desarmamento não apenas deixa uma população menos livre, como também a deixa menos segura. E não existe liberdade individual se o indivíduo está proibido de se proteger contra eventuais ataques físicos. Liberdade e autodefesa são conceitos totalmente indivisíveis. Sem o segundo não há o primeiro.

Respeitar o direito de cada indivíduo poder ter armas de fogo ainda é a melhor política de segurança, como os fatos listados abaixo mostrarão. Já restringir, ou até mesmo proibir, o direito de um indivíduo ter uma arma de fogo o deixa sem nenhuma defesa efetiva contra criminosos violentos ou contra um governo tirânico.

A Universidade de Harvard, que não tem nada de conservadora, divulgou recentemente um estudo que comprova que, quanto mais armas os indivíduos de uma nação têm, menor é a criminalidade. Em outras palavras, há uma robusta correlação positiva entre mais armas e menos crimes. Isso é exatamente o oposto do que a mídia quer nos fazer acreditar.

Mas o fato é que tal correlação faz sentido, e o motivo é bem intuitivo: nenhum criminoso gostaria de levar um tiro.

Se o governo de um país aprova um estatuto do desarmamento, o que ele realmente está fazendo é diminuindo o medo de criminosos levarem um tiro de cidadãos honestos e trabalhadores, e aumentando a confiança desses criminosos em saber que suas eventuais vítimas — que obedecem a lei — estão desarmadas.

A seguir, 20 fatos pouco conhecidos que comprovam que, ao redor do mundo, mais armas deixam uma população mais segura.

#1 Um estudo publicado pela Universidade de Harvard — Harvard Journal of Law & Public Policy — relata que países que têm mais armas tendem a ter menos crimes

#2 Ao longo dos últimos 20 anos, as vendas de armas dispararam nos EUA, mas os homicídios relacionados a armas de fogo caíram 39 por cento durante esse mesmo período. Mais ainda: "outros crimes relacionados a armas de fogo" despencaram 69%.

#3 Ainda segundo o estudo da Harvard, os nove países europeus que apresentam a menor taxa de posse de armas apresentam taxas de homicídios que, em conjunto, são três vezes maiores do que as dos outro nove países europeus que apresentam a maior taxa de posse de armas.

#4 Quase todas as chacinas cometidas por indivíduos desajustados nos Estados Unidos desde 1950 ocorreram em estados que possuem rígidas leis de controle de armas.

Com uma única exceção, todos os assassinatos em massa cometidos nos EUA desde 1950 ocorreram em locais em que os cidadãos são proibidos de portarem armas. Já a Europa, não obstante sua rígida política de controle de armas, apresentou três dos seis piores episódios de chacinas em escolas.

#5 Os EUA são o país número 1 do mundo em termos de posse de armas per capita, mas estão apenas na 28ª posição mundial em termos de homicídios cometidos por armas de fogo para cada 100.000 pessoas.

#6 A taxa de crimes violentos nos EUA era de 757,7 por 100.000 pessoas em 1992. Já em 2011, ela despencou para 386,3 por 100.000 pessoas. Durante esse mesmo período, a taxa de homicídios caiu de 9,3 por 100.000 para 4,7 por 100.000. Durante esse mesmo período, como já dito acima, as vendas de armas dispararam.

#7 A cada ano, aproximadamente 200.000 mulheres nos EUA utilizam armas de fogo para se proteger de crimes sexuais.

#8 Em termos gerais, as armas de fogo são utilizadas com uma frequência 80 vezes maior para impedir crimes do que para tirar vidas.

#9 O número de fatalidades involuntárias causadas por armas de fogo caiu 58% entre 1991 e 2011.

#10 Apesar da extremamente rígida lei desarmamentista em vigor no Reino Unido, sua taxa de crimes violentos é aproximadamente 4 vezes superior à dos EUA. Em 2009, houve 2.034 crimes violentos para cada 100.000 habitantes do Reino Unido. Naquele mesmo ano, houve apenas 466 crimes violentos para cada 100.000 habitantes nos EUA.

#11 O Reino Unido apresenta aproximadamente 125% mais vítimas de estupro por 100.000 pessoas a cada ano do que os EUA.

#12 Anualmente, o Reino Unido tem 133% mais vítimas de assaltos e de outras agressões físicas por 100.000 habitantes do que os EUA.

#13 O Reino Unido apresenta a quarta maior taxa de arrombamentos e invasões de residências de toda a União Europeia.

#14 O Reino Unido apresenta a segunda maior taxa de criminalidade de toda a União Europeia.

#15 Na Austrália, os homicídios cometidos por armas de fogo aumentaram 19% e os assaltos a mão armada aumentaram 69% após o governo instituir o desarmamento da população.

#16 A cidade de Chicago havia aprovado uma das mais rígidas leis de controle de armas dos EUA. O que houve com a criminalidade? A taxa de homicídios foi 17% maior em 2012 em relação a 2011, e Chicago passou a ser considerada a "mais mortífera dentre as cidades globais". Inacreditavelmente, no ano de 2012, a quantidade de homicídios em Chicago foi aproximadamente igual à quantidade de homicídios ocorrida em todo o Japão.

#17 Após essa catástrofe, a cidade de Chicago recuou e, no início de 2014, voltou a permitir que seus cidadãos andassem armados. Eis as consequências: o número de roubos caiu 20%; o número de arrombamentos caiu também 20%; o de furto de veículos caiu 26%; e, já no primeiro semestre, a taxa de homicídios da cidade recuou para o menor nível dos últimos 56 anos.

#18 Após a cidade de Kennesaw, no estado americano da Geórgia, ter aprovado uma lei que obrigava cada casa a ter uma arma, a taxa de criminalidade caiu mais de 50% ao longo dos 23 anos seguintes. A taxa de arrombamentos e invasões de domicílios despencou incríveis 89%.

#19 Os governos ao redor do mundo chacinaram mais de 170 milhões de seus próprios cidadãos durante o século XX (Stalin, Hitler, Mao Tsé-Tung, Pol Pot etc.). A esmagadora maioria desses cidadãos havia sido desarmada por esses mesmos governos antes de serem assassinados.

#20 No Brasil, 10 anos após a aprovação do estatuto do desarmamento — considerado um dos mais rígidos do mundo —, o comércio legal de armas de fogo caiu 90%. Mas as mortes por armas de fogo aumentaram 346% ao longo dos últimos 30 anos. Com quase 60 mil homicídios por ano, o Brasil já é, em números absolutos, o país em que mais se mata.

Quantas dessas notícias você já viu na mídia convencional, que dá voz apenas a desarmamentistas?

Armas são objetos inanimados, tão inanimados quanto facas, tesouras e pedras. Costumes, tradições, valores morais e regras de etiqueta — e não leis e regulações estatais — são o que fazem uma sociedade ser civilizada. Restrições sobre a posse de objetos inanimados não irão gerar civilização.

Essas normas comportamentais — as quais são transmitidas pelo exemplo familiar, por palavras e também por ensinamentos religiosos — representam todo um conjunto de sabedoria refinado por anos de experiência, por processos de tentativa e erro, e pela busca daquilo que funciona. O benefício de se ter costumes, tradições e valores morais regulando o comportamento — em vez de atribuir essa função ao governo — é que as pessoas passam a se comportar eticamente mesmo quando não há ninguém vigiando. Em outras palavras, é a moralidade a primeira linha de defesa de uma sociedade contra comportamentos bárbaros.

No entanto, em vez de se concentrar naquilo que funciona, os progressistas desarmamentistas querem substituir moral e ética por palavras bonitas e por leis de fácil apelo.

Por último, vale um raciocínio lógico: quem é a favor do desarmamento não é contra armas, pois as armas serão necessárias para se desarmar os cidadãos. Logo, um desarmamentista nunca será contra armas — afinal, ele quer que a polícia utilize armas para confiscar as armas dos cidadãos.

Consequentemente, um desarmamentista é necessariamente a favor de armas. Mas ele quer que apenas o governo (que, obviamente, é composto por pessoas honestas, confiáveis, morais e virtuosas) tenha armas.

Conclusão: nunca existiu e nem nunca existirá um genuíno 'desarmamento'. Existe apenas armamento centralizado nas mãos de uma pequena elite política e dos burocratas fardados que protegem os interesses dessa elite.

Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma populao mais segura


Participaram desse artigo:

Walter Williams, professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros. Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.

Ron Paul, médico e ex-congressista republicano do Texas. Foi candidato a presidente dos Estados Unidos em 1988 pelo Partido Libertário e candidato à nomeação para as eleições presidenciais de 2008 e 2012 pelo partido republicano.

É autor de diversos livros sobre a Escola Austríaca de economia e a filosofia política libertária como Mises e a Escola Austríaca: uma visão pessoal, Definindo a liberdade, O Fim do Fed – por que acabar com o Banco Central(2009), The Case for Gold (1982), The Revolution: A Manifesto (2008), Pillars of Prosperity (2008) e A Foreign Policy of Freedom (2007).

O doutor Paul foi um dos fundadores do Ludwig von Mises Institute, em 1982, e no ano de 2013 fundou o Ron Paul Institute for Peace and Prosperity e o The Ron Paul Channel.

Stefan Molyneux, ex-empresário do ramo de software, hoje se dedica inteiramente à filosofia. Já escreveu sete livros, todos disponíveis em seu website.

Michael Snyder, colunista do blog Economic Collapse.


Fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1974

149 Comentários

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Porte de Arma não lhe dá mais segurança, nem aqui, nem em lugar nenhum do mundo.

A intolerância e os reiterados comportamentos demonstrados pela sociedade brasileira dão conta de que não existe maturidade cívica neste país para se permitir a qualquer cidadão o porte de armas de fogo, ainda que fosse com base num rígido exame de aptidão.

A criminalidade se combate com políticas públicas sérias, bem como o engajamento da sociedade.

Outra coisa, não é porque deu certo nos Estados Unidos, que dará certo aqui. Estamos cheios de conceitos estrangeiros importados, mal adaptados e que são completamente deturpados quando aqui se instalam.

Se acaso considere que seria útil e justo o porte de arma de fogo pelo cidadão comum, peço que reflita na seguinte questão:

Se num momento de extrema emoção, uma pessoa saca uma arma e tenta usar da intimidação para lhe obrigar a algo, qual seria sua reação?

Pois é. Isto certamente aconteceria com muito mais frequência do que atualmente já é. Sinto discordar, mas a defesa do porte de armas para o cidadão comum é medida extrema, descabida e de nítido apelo emocional, sustentado na premissa de um desamparo pelo Poder Público. Contudo, não é solução.

Artigo válido pelo debate. Mas carece de maturidade na escolha por tal opção descabida. continuar lendo

Eu diria algo mais direto, o artigo é, de modo gritante, falacioso.

Apresenta uma série de "números" torturados sem qualquer tipo de referência ou fonte.

Mais grave, apresenta dados que não são comparáveis!! Como o vigésimo motivo, em que apresenta a lei do desarmamento aprovada nos últimos 10 anos, mas traz a evolução de crimes dos últimos 30!

Se ler com cuidado, não há qualquer informação séria ou qualificada nesse texto. Esse tipo de informação serve para trazer uma tonelada de falácias e esvaziar qualquer debate.

Lembrando, NENHUM item do texto apresenta fonte de dados (não estou afirmando a priori, que são mentira, mas digo que o texto é totalmente enviesado).

Me lembra um médico daqui do Brasil que numa palestra apresentou dois (sim, isso mesmo, eu disse dois) cérebros para "provar" o mal que as drogas faziam...
Isso fere os princípios mais básicos de metodologia...

Pra fechar, essa colocação (a qual dei risada): "Por último, vale um raciocínio lógico: quem é a favor do desarmamento não é contra armas, pois as armas serão necessárias para se desarmar os cidadãos. Logo, um desarmamentista nunca será contra armas — afinal, ele quer que a polícia utilize armas para confiscar as armas dos cidadãos." continuar lendo

Ao contrário do texto, muito lúcido seu comentário. continuar lendo

E os números ainda são baseados em "memes" de internet, como o número 10.

Uma pesquisada rápida na internet e achei o link, ao final.

Os números apresentados no post são usados pelas campanhas armamentistas dos EUA não havendo, portanto, qualquer compromisso com debate sério, apenas defesa de um posicionamento ideológico.

http://www.politifact.com/truthometer/statements/2013/jun/24/blog-posting/social-media-post-says-uk-has-far-higher-violent-c/

Aproveitando minhas críticas, segue um link sério (por sério, leia: informações qualificadas, onde se discute metodologia e apresentam as fontes.

http://blog.skepticallibertarian.com/2013/01/12/fact-checking-ben-swann-is-the-uk-really-5-times-more-violent-than-the-us/ continuar lendo

Não temos maturidade cívica? O que significa isso?
Quem sabe o Sigmar também sugira que o brasileiro não deveria ter o direito de votar... continuar lendo

Lucas,
A fonte foi citada sim.
O link da fonte é
http://www.theacru.org/harvard_study_gun_control_is_counterproductive/ continuar lendo

Carlos,

Quando falava de fontes, me referia aos 20 "fatos" propostos pelo texto, sendo que, alguns eu encontrei em memes de internet.

Quanto ao artigo da Universidade de Harvard, o mesmo se concentra em discutir a afirmação "de que mais armas causam mais crimes". E, sem dúvida, o artigo consegue defender que não há uma correlação direta entre percentual de lares com armas e taxa de crimes.

E, esse é o ponto, é praticamente impossível conseguir captar o efeito da posse de armas sobre a criminalidade, dado que existem inúmeros fatores que influenciam nessa questão. continuar lendo

Lucas,

Você leu o trecho do estudo “Would Banning Firearms Reduce Murder and Suicide? A Review of International and Some Domestic Evidence.” referenciado no link postado neste artigo? Vou transcrever a conclusão:

This Article has reviewed a significant amount of evidence
from a wide variety of international sources. Each individual
portion of evidence is subject to cavil—at the very least the
general objection that the persuasiveness of social scientific
evidence cannot remotely approach the persuasiveness of
conclusions in the physical sciences. Nevertheless, the bur‐
den of proof rests on the proponents of the more guns equal
more death and fewer guns equal less death mantra, espe‐
cially since they argue public policy ought to be based on
that mantra.149 To bear that burden would at the very least
require showing that a large number of nations with more
guns have more death and that nations that have imposed
stringent gun controls have achieved substantial reductions
in criminal violence (or suicide). But those correlations are
not observed when a large number of nations are compared
across the world.

Em suma, a conclusão diz que para apoiar a tese de que mais armas representam mais mortes e menos armas representam menos mortes, seria necessário mostrar que países com mais armas têm mais mortes e que países que impuseram controles mais rigorosos conseguiram reduzir o número de mortes, mas não é possível observar esta correlação comparando um grande número de países.

Aí basta ler todo o trecho do referido trecho do artigo e você verá que é possível chegar às mesmas conclusões. continuar lendo

Para todos os que discordam do exposto no artigo, eu digo:
-Sou militar do Exército, e possuo o porte de arma de fogo, e ando "livremente" com ela pelas ruas da minha cidade. Embora eu tenha os requisitos legais para portar uma arma, um pai de família que não é militar, não pode andar com sua arma... só pode tê-la em casa, com o seu registro.
Agora pergunto a todos vocês: Porque eu tenho mais "direito" de andar armado, do que o meu vizinho? Ele é tão bom no manuseio de armas, até melhor do que eu, que atiro apenas uma vez por ano, no glorioso EXÉRCITO BRASILEIRO. Outra coisa: qualquer ser humano, para cometer um crime, ele só precisa de uma coisa: MOTIVAÇÃO. E no Brasil é o que não falta, pois o sentimento de vingança em pessoas que perdem algum ente querido por causa de um crime com arma de fogo, logo logo trata de concluir a vingança justamente com uma arma de fogo... só que ele acaba se "rebaixando" ao nível de um criminoso, de acordo com a lei. continuar lendo

Convido vocês que não gostaram do texto a apresentarem os pontos positivos do estatuto do desarmamento. Vamos lá, não basta apenas criticar o modo do escritor apresentar seus dados é preciso mais que isso para convencer os outros de que a cegueira de vocês não é contagiosa. continuar lendo

Seu comentário estava muito bom até "Artigo válido pelo debate. Mas carece de maturidade na escolha por tal opção descabida."

O que é descabida pra você não é para outras pessoas.

Mesmo assim seus argumentos são validos, mas também carecem de maturidade, números e fonte! continuar lendo

O Lucas não sabe inglês, e por isso não tem como pesquisar as fontes trazidas. kkkkkkk Quanta bobagem há nas palavras do Dr. Sigmar e do Lucas. Devida vênia aos dois por ter debatido o assunto. continuar lendo

Companheirada! Hoje só os bandidos podem possuir e portar armas à vontade.... que inversão vivemos! Vulnerabilidade aos homens de bem e autonomia e liberdade à vontade aos criminosos!
O estatuto do desarmamento tem de ser revogado ou melhor formulado. Que o reformulem proibindo o porte de armas aos bandidos e permitindo às pessoas de bem....já esta bom....!
Acorda Brasil. continuar lendo

Caro Sigmar: eu até respeito a sua opinião.

Por outro lado, não se deve confundir PORTE de arma de fogo, com a propriedade de arma de fogo. A propriedade, devidamente registrada, tão somente, serve para que o cidadão tenha o objeto guardado em casa, ou no trabalho. Já o porte, significa carregar a arma consigo.

Creio que há um argumento simplista, mas que serve bem ao caso: quem acha que ter arma em casa é bom, que tenha; que acha que não, que não tenha.

Existem 26 estados neste país, além do distrito federal, e cada um, dentro de si, possui diferentes realidades.

Quando alguém mora no alto de um prédio, numa região segura, é crível que não vá querer ter armas em casa; já para quem mora numa terra sem vizinhos próximos, onde a polícia demora a chegar, se é que chegaria em tempo de prevenir eventos drásticos, é natural que queira ter uma arma para se defender.

Ademais, as regras para o porte de arma de fogo são muito restritivas e é altamente incomum ver questões que envolvam crimes com armas legalizadas - justamente porque quem cumpre a lei, legaliza sua arma. continuar lendo

"Se num momento de extrema emoção, uma pessoa saca uma arma e tenta usar da intimidação para lhe obrigar a algo, qual seria sua reação?"

Ele antes de sacar a arma, ele saberia que existem outras pessoas tbm armadas e que ele poderia ser alvejado antes. Simples assim. continuar lendo

O Texto é bem tendencioso... O armamento é algo absurdo! As pessoas nãoao estão pronta nem pra levar um chifre sem querer matar alguém. Quem dirá ter arma. Afffff. Fim de mundo. continuar lendo

Um dos melhores artigos que já li no jus. E olha que tem muito artigo!!! O contraste é brutal e é a pura realidade. Só lembro do slogan "Brasil um país de todos" e só consigo ver "Brasil um país de tolos"! continuar lendo

Ou então "Brasil um país de bandidos" continuar lendo

Concordo com o autor em gênero, número e grau. Aqueles que discordam é só não terem armamento, pois, afinal, nenhuma lei obriga quem não quer a andar ou ter arma a fazê-lo. O inconcebível é quem não gosta de arma querer que os demais não possam ter seu direito de defesa, já que o Estado não tem condições de defendê-lo. Se o porte de arma trás algum risco, é direito do cidadão querer ou não correr esse risco; é um direito de escolha e não queremos que outros façam a escolha em nosso lugar. continuar lendo

Show de bola esse tópico, concordo plenamente com oque foi exposto.
E desanimo-me ao lembrar da dificuldade de alterar o nosso atual status com relação ao tema.... continuar lendo